domingo, 16 de abril de 2023

Energia, Budismo e paciência

Pretende ser um tratado pessoal sobre a interseção desses conceitos num universo paralelo: o meu.

Energia - e a história da inteligência medida como eficiência no consumo de energia física-mental nas atividades - na existência mesmo; a quanto a pessoa se cansa se esforçando para resolver um problema ou fazer alguma atividade qualquer, seja de risco ou não.

Budismo - meditação como caminho para encontrar o uno, numa jornada de auto-conhecimento e desconstrução do ego. O desapego como hábito. A respiração como instrumento de trabalho, como tapete voador. O desapego como caminho e destino. A prática que leva a chegada - se o EGO não existe, não existem tampouco APEGO (aquilo que gruda no EGO, fazendo ele ficar mais pesado, mais preso a um multiverso; incapaz de saltar para outro multiverso mais legal (supostamente!). O jejum do faquir!

Paciência - O livro do Hermann Hesse, SIDARTA, e o poder do jejum - o desapego consciente de qualquer coisa que o apetite do seu EGO lhe demande, sem sacrifício de qualquer natureza - apenas do tempo. E o que é a paciência se não a virtude de se colocar indiferente a passagem do tempo. E o que é o tempo? O tempo passa quando não passamos com ele? Que tempo é o tempo quando estamos vivendo? Tempo vivo? E o outro? Tempo parado? Esse, inclusive, é um conceito básico na avaliação de processos computacionais: CPU time vs. ELAPSED time. 

Como desenvolver uma melhor eficiência energética a partir do desapego (com o resultado positivo ou negativo das tarefas), da respiração (como instrumento para ajudar a calar os pensamentos ansiosos) para apoiar uma meditação em ação, e virtude da paciência no exercício do jejum. Tudo para me permitir caminhar leve. 

Mas em que direção?

E está faltando falar da Disciplina. Sem ela, você só dá o primeiro passo, e depois para.

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