Sem aleatório, não há livre arbítrio. Sem livre arbítrio, não há mérito na escolha. E é nas escolhas que manifestamos nosso aprendizado, nossa evolução, e em última análise, quem somos naquele ponto da vida.
De certa forma, conhecimento é o universo de fatos que um domina. Inteligência, é a capacidade que um tem de perceber as coisas, de ligar os fatos, de compreender algo novo, a partir da ligação e correta interpretação desses fatos. E sabedoria é a sua próxima escolha de ação.
No início, quando não temos sabedoria alta, nossas escolhas não costumam traduzir nossa inteligência e conhecimento. Parecem estar mais relacionadas aos desejos, instintos, impulsos. Coisa do ainda animal homo sapiens em formação.
Com o tempo, também conhecido como vivência, ou até experiência, começamos a perceber que a próxima escolha pode ser melhor, mais ponderada com o que sabemos, e menos influenciada por precipitações do espírito. Nessa hora, costumamos levantar a cabeça e passar a olhar também para os outros, na hora em que tomamos essas decições, na hora que escolhemos nosso próximo passo, nossa próxima ação. E isso eu chamaria de CONSCIÊNCIA. Você é consciente quando suas decisões ponderam sobre o seu entorno, e em especial sobre o outro, sobre o próximo. Nessa hora, já deixamos para trás o animal, e começamos a nos comportar mais como humanos, aceitando essa distinção sem preconceitos.
Boas escolhas são aquelas que se traduzem em boas ações.
Aí então começamos de fato a trilhar rumo a sabedoria. Não importa se é um alvo real, ou apenas um conceito. Nosso próximo passo será melhor, e em seguida melhor. Porque a formação nunca acaba. E apenas quando a nossa trilha de decisões vai num crescente de melhoria, é que temos o APRENDIZADO. Antes disso, você não aprendeu nada. Você apenas absorveu fatos.
Aprendizado. Daí vem o bem.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
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